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Ícone do Keeta

Keeta: chegou dando entrega grátis, mas ainda publica pouco

O app mais novo dos cinco, que estreou em São Paulo com entrega grátis na maior parte dos restaurantes e ainda não publica, fora do aplicativo, as regras de taxa.

dependeGrátis em mais de 90% dos restaurantes na estreia em São Paulo. Regra atual não publicada.
não publicaNão achamos regra publicada.
não temNenhum clube encontrado.
não publicaNão achamos lista de outras categorias.

A Keeta é a mais nova dos cinco apps que comparamos. Começou no Brasil no fim de outubro de 2025, por Santos e São Vicente, no litoral paulista. Em dezembro chegou à cidade de São Paulo e a oito municípios da região. E em outubro de 2026, depois de uma vitória na Justiça paulista, anunciou a entrada em mais 21 cidades, a maioria fora das capitais. O Rio de Janeiro ficou para depois.

Como ela entrou

Entrar num mercado onde o iFood já está em todo lugar exige oferta forte. A da Keeta foi a entrega grátis. Na estreia em São Paulo, a empresa anunciou entrega sem custo em mais de 90% dos restaurantes e cupons de boas-vindas de valor alto para quem chegava.

Essa é a parte que o cliente sente primeiro. A conta da Keeta, nos primeiros pedidos, costuma ter uma linha a menos. O que não sabemos é por quanto tempo e em quais bairros a condição continua. A empresa não publica, fora do aplicativo, a regra atual.

A compra intermediada

A Keeta trouxe um modelo que incomodou restaurantes. Ela lista também estabelecimentos que não se cadastraram na plataforma. Nesses casos, o entregador vai até o balcão, compra o pedido como cliente comum e leva até a casa de quem pediu. No app, esses pedidos aparecem marcados como intermediados.

Para quem pede, isso amplia o cardápio. Mas convém olhar a marca: num pedido intermediado, o restaurante não está no app, não vê a avaliação e não responde por problema na entrega da mesma forma.

O processo da Senacon

Em maio de 2026 a Secretaria Nacional do Consumidor abriu processo contra a Keeta, junto com o iFood. A crítica foi que as informações da empresa não mostram de forma clara quanto do total cabe à plataforma, ao entregador e ao restaurante, como manda a Portaria 61. A Keeta respondeu que o recibo já mostra o total e as parcelas de cada parte.

O que a Keeta não publica

Esta é a ficha com mais lacunas, e preferimos dizer isso com clareza.

Não achamos site oficial brasileiro da Keeta. O endereço com o nome dela no Brasil pertence a outra empresa, uma loja que não tem relação com o app de delivery. Por isso esta ficha não tem botão para site oficial.

Não achamos regra publicada de taxa de serviço. Não achamos como a taxa de entrega é calculada fora das promoções. Não achamos clube de assinatura, nem lista de categorias além de restaurante, nem lista oficial de cidades, nem regra de pedido mínimo. Tudo isso pode existir dentro do app. Fora dele, não estava.

Para quem está numa cidade nova da lista

Entre as 21 cidades anunciadas em outubro de 2026, as que a imprensa citou ficam no interior: Sinop, Sorriso e Rondonópolis, em Mato Grosso; Rio Verde, em Goiás; Toledo, no Paraná; Araçatuba, em São Paulo; Governador Valadares, em Minas. Em cidade onde a Keeta acaba de chegar, a experiência de São Paulo pode se repetir: promoção forte nas primeiras semanas, cardápio ainda crescendo e regra que muda rápido. É o momento de pedir para comparar, sem pressa de trocar de app de vez.

Quando ela entra na conta

Se você está numa das cidades atendidas, a Keeta merece estar no celular para comparar. Enquanto a entrega grátis da estreia durar, ela pode ganhar em preço final, principalmente em pedido pequeno, em que a entrega pesa mais. Só não espere encontrar a regra antes de abrir o app: com a Keeta, a conferência é sempre no carrinho.

De onde saiu cada regra

Os outros quatro